Existe muita confusão entre a Osteoporose, a Osteoartrose e mesmo com o Reumatismo.
Então, no artigo de hoje, vamos ver se entendemos como é a Osteoartrose.
O que é a Osteoartrose?
Bem, ela é uma doença degenerativa da cartilagem das articulações, também chamadas de juntas.
Esta começa bem devagar e vai afetando as articulações, fazendo parte do envelhecimento.
Como ela afeta as articulações, é chamada popularmente de reumatismo.
As nossas articulações funcionam como engrenagem de uma máquina, que com o tempo vão tendo problemas, sendo assim depois de velhas precisam de revisão.
As articulações têm em sua composição tecido fibroso, que é forte e elástico.
Este é também flexível. O líquido articular funciona como uma graxa diluída em óleo para fricção.
Com o passar do tempo, a articulação perde a capacidade de reter as moléculas de água, prejudicando assim sua capacidade de amortecimento, provocando muitas vezes pequenas fraturas.
Por esse motivo a Osteoartrose é também chamada de osso ou articulação gasta.
Essa doença costuma atingir pessoas acima de 70 anos, numa porcentagem de 70% delas, principalmente as mulheres, sendo que acima de 85 anos, a porcentagem é de 100%.
Principais Sintomas e consequências da osteoartrose
A osteoartrose provoca uma deformação óssea, que atinge geralmente os joelhos, a bacia, os tornozelos, os dedos das mãos, o quadril e alguns pontos da coluna, que popularmente são chamadas de bicos de papagaio.
Geralmente com alguns movimentos, as dores costumam piorar e muitas vezes provocam inchaço, aliviando apenas com repouso.
O importante é entendermos o processo natural das mudanças, que com o passar dos anos vão acontecendo no nosso corpo.
Consultar um médico é indispensável, porque as crises podem ocorrer a qualquer momento e nessa hora não se deve adiar o tratamento.
Geralmente, depois que passa a fase aguda é indicado uma fisioterapia, pois depois desta, geralmente existe uma melhora considerável e a vida pode ser levada de forma normal.
Uma dica importante é tomar cuidado com o peso, procurando mantê-lo não muito alto.
Utilização adequada das cores através da Cromoterapia pode trazer excelentes resultados para a saúde
As cores tem a propriedade de atuar nos seres diminuindo ou aumentando as vibrações, restaurando o equilíbrio e até reduzindo dores crônicas.
Sendo uma vibração pura, a cor pode corrigir o problema e devolver a saúde ao corpo, quando utilizada no lugar e na tonalidade certa.
Atualmente, Centros de Terapias Intensivas, Clínicas, Hospitais e Escritórios tem investido nas cores como forma de estabelecer vitalidade e energia positiva ao ambiente e seus pares.
As cores utilizadas em determinados ambientes podem levar a reações indesejáveis.
Cores utilizadas em excesso provocam distração, fadiga e confusão às pessoas.
Cores quentes transmitem sensação de proximidade e são estimulantes.
Cores frias, são calmantes.
Portanto, as cores frias acalmam e refrescam e as cores quentes excitam, animam e esquentam.
O vermelho, laranja e amarelo tornam uma sala menor, o verde mantém a proporção correta e o branco, azul índigo ampliam o ambiente.
A medicina busca alegrar os pacientes com quadros depressivos, utilizando tons de vermelho, rosa ou alaranjados, mantendo efeito de tranquilizante nos agitados com os tons de azul ou verde, nos ambientes.
Promovendo o conhecimento da energia de cada cor e da importância de suas combinações, se obterá alguns resultados:
LARANJA: Aceleramento da pulsação, vitalidade das emoções e uma sensação de bem-estar e disposição geral.
AMARELO: Intelectualidade e razão, produz energia muscular e afeta a melancolia e o desespero.
VERDE: Alívio das tensões, produz sensação de calor e seu uso excessivo se torna enfadonho.
VERMELHO: Liberação de adrenalina, estimulando os nervos sensoriais e revitalizando o corpo físico. Não pode ser usado por pessoas com perturbações nervosas.
AZUL: Intuição e faculdades mentais elevadas, aceleramento do metabolismo, modelagem do ego e extroversão das pessoas.
VIOLETA: Meditação, calmante, controle da fome excessiva e maior grau de vibração.
Um conhecimento em torno da natureza das cores se torna necessário, visando promover a perfeita combinação e o resultado esperado.
O QUE E QUAIS SÃO AS CORES PRIMÁRIAS:
Não se formam pela mistura de outras cores. São chamadas de cores puras: amarelo, azul e vermelho.
O QUE E QUAIS SÃO AS CORES SECUNDÁRIAS:
São resultantes da mistura de duas ou mais cores primárias; Laranja, verde e roxo ou violeta.
Amarelo + azul = verde
Vermelho + azul = violeta
Vermelho + amarelo = laranja
O QUE E QUAIS SÃO AS CORES TERCIÁRIAS:
Resultam da mistura das cores primárias com as secundárias:
Amarelo + verde = verde amarelado
Verde + azul = verde azulado
Violeta + vermelho = magenta ou carmim
Vermelho + laranja = vermelhão
Laranja + amarelo = amarelo cromo
CORES NEUTRAS: Branco, cinza e preto. As cores neutras e as cores primárias são fundamentais para a preparação de qualquer cor.
CORES QUENTES: São estimulantes, como a luz do sol ou do fogo. Predominam o vermelho, o laranja e amarelo. Sugere, excitação, movimento e alegria.
CORES FRIAS: São suaves e tranquilas, como o céu, as folhagens. Compreende entre o verde, o azul e o violeta. Sugerem serenidade, solidão, descanso e paz.
ESCALA MONOCROMÁTICA: Mono: Única - Cromia: Cor.
Então, a arte é feita com uma única cor, com variações de tonalidades. TOM é a mudança adquirida de uma cor misturada com o branco ou o preto.
A sensação da cor é a impressão que os raios luminosos produzem em nossos olhos. Cor é luz.
Tudo que tem cor, tem luz.
A luz solar considerada branca, é composta de sete cores, são as cores do espectro solar.
O QUE E QUAIS SÃO AS CORES DO ESPECTRO SOLAR:
Vermelho, laranja, amarelo, verde e violeta. Essas cores são visíveis a olho nu.
Além dessas, há matizes intermediárias: infravermelhos e ultravioletas, que são visíveis a olho nu.
A análise da luz é feita em Física, usando um prisma triangular de cristal (imagem) que decompõe a luz solar em suas cores.